Imagem capa - Saúde mental da noiva: 7 dicas para ficar bem durante a organização por Ricardo Clavello

Saúde mental da noiva: 7 dicas para ficar bem durante a organização


É inegável que organizar um casamento exige empenho do casal para que a cerimônia seja inesquecível. Mas, tamanho capricho e cuidado não podem ser excessivos a ponto de colocar em cheque a saúde mental da noiva.


De fato, existem inúmeras cobranças internas e externas que acabam afetando o psicológico principalmente da noiva.




Muitas vezes, mesmo que tudo esteja correndo bem, elas não conseguem relaxar em um momento que deveria ser prazeroso. Os preparativos, assim, podem vir a se tornarem um fardo.


É claro que toda noiva merece um casamento memorável, porém sua saúde mental deve estar em primeiro lugar. 




Se você começou a perceber que está estressada por conta dos preparativos, e até mesmo com crises de ansiedade e insônia, pare um pouco e continue essa leitura.


Convidei o psicólogo Bruno Gomes Ferreira (CRP 04/41004) para colaborar com 7 dicas que ajudam e muito a garantir a saúde mental de uma noiva. Confira!


1. Planejamento é a palavra-chave


Para que a sua celebração seja perfeitamente planejada, sem afetar sua vida pessoal e profissional, busque organizar tudo com antecedência.


Defina a data de acordo com o tempo necessário para organizar a cerimônia dos sonhos. O tempo destinado à organização pode variar de 6 a 20 meses, de acordo com o tamanho sonhado para o casamento. 




O tempo correto é fundamental para testar a qualidade dos fornecedores, pesquisar as melhores opções, escolher referências e atenta-se aos detalhes pelos quais você tanto preza.


Segundo Bruno, além de tempo, é fundamental ter uma rede de apoio para combater a ansiedade: “contrate uma equipe especializada, entregando seu casamento na mão de profissionais qualificados, capazes de te orientar”. 




Ele ressalta, ainda, a importância de separar períodos específicos do dia para dedicar-se à organização, evitando assim a procrastinação. “É melhor tirar 4 horas de um sábado para dedicar-se ao casamento do que ir resolvendo tarefas picadas ao longo da semana”, aconselha. 


2. Busque manter o romantismo


Pare e pense: você está organizando a celebração do maior amor da sua vida. Qual sentido, então, de não aproveitar essa jornada a dois


Em meio a tantos contratos, compromissos e escolhas, cuide para que vocês não percam o verdadeiro sentido de um casamento: o cuidado e as demonstrações de carinho diárias.




Para evitar conflitos, o psicólogo Bruno recomenda delegar funções entre vocês dois. “Mas lembre-se de respeitar a escolha do outro quando ele estiver responsável por determinada função”, alerta.


Além disso, é fundamental buscar uma rotina de atividades que vocês gostam de fazer em casal: seja ver um filme, pedir um delivery naquele restaurante favorito, jogar videogame e mais.






Planejar jantares românticos, noites de fondue, petiscos e relembrar histórias juntos, por meio de fotos, por exemplo, também é uma forma de manter a paixão sempre no ar.


3. Lidando com as frustrações do isolamento social


É impossível falar sobre saúde mental da noiva sem se preocupar com aquelas mais afetadas, que são as que tiveram o casamento adiado pela pandemia do novo coronavírus.


Bruno ressalta que o primeiro passo para lidar com a frustração de adiar o casamento é entender que não é nada pessoal: “é importante despersonalizar este problema e entender que se trata de um cenário mundial, que não está sob o nosso controle.” 




No entanto, além do possível adiamento, o isolamento social também traz outros dilemas: a convivência intensa e repentina entre casais e, para outros, uma ausência física constante.


Se você é uma noiva que, agora, já está vivendo 24h por dia com seu amor durante a pandemia, o psicólogo reforça a importância de manter a sua privacidade.


“A privacidade não prejudica a relação. Esse é um momento de intimidade, em que você pode fazer alguma coisa sozinha que te agrada, como assistir a uma série do seu gosto, fazer uma videochamada com seus amigos, fazer uma atividade física, dentre outras tarefas que te fazem feliz”. 




“Estar com seu noivo, mesmo em período de isolamento social, deve ser uma escolha e não uma falta de escolha”, pondera Bruno. 


Por outro lado, para os casais que estão vivendo o isolamento separadamente, a tecnologia é, sem sombra de dúvidas, a principal aliada.




Neste caso, o conselho de Bruno é optar por momentos específicos no dia para fazer uma videochamada para compartilhar alegrias e frustrações, ao invés de trocar apenas breves mensagens ao longo do dia. 


4. Dê um basta nos conflitos com o noivo


Você é a noiva e, com toda certeza, é a protagonista do casamento. Mas saiba que é muito prazeroso envolver seu noivo nas decisões, possibilitando que ele também faça escolhas.


“Saber ouvir o outro, argumentar e apresentar seu ponto de vista para a escolha do fotógrafo, da paleta de cores e de outros contratos é fundamental”, explica Bruno.




Ao mesmo tempo, é importante estar disposto a dialogar, flexibilizar e abrir mão de algumas questões que façam o outro feliz.


Ser tirana nas decisões pode tornar o período de preparação ainda mais conflituoso, podendo até mesmo despertar o desinteresse da outra parte pela organização do casamento.




Saber abrir mão e conversar é essencial para que os dois lados se envolvam e participem ativamente das escolhas.


5. Coloque limites nas opiniões da família


Você está sonhando acordada com o seu casamento. E pode apostar que, muitas vezes, sua mãe e sua sogra também estão.


É muito prazeroso ter o apoio familiar na organização da celebração, bem como contar com a opinião dessas pessoas queridas nas escolhas. O problema é quando o carinho ultrapassa os limites e se transforma em intervenção excessiva




Dessa forma, quando você se sentir incomodada com alguma atitude de seus familiares, é necessário saber dialogar e pedir espaço.


“É fundamental saber falar não, mas também ter empatia e não ser agressivo, para que um momento tão prazeroso não fique desgastante”, aconselha Bruno. 




Por outro lado, Bruno alerta para que você tome cuidado para não ser passiva diante da interferência familiar. Para isso, fique atenta para não acatar tudo o que os outros desejam e acabar passando por cima dos seus sonhos e vontades.


Lembre-se que é o seu casamento.


6. Tudo bem convidar só os mais próximos


Por falar em interferência familiar, a mais comum é quando os pais exigem que os noivos convidem pessoas que são queridas por eles mas não são próximas do casal.


“O primeiro passo é explicar para os pais que o casamento é uma cerimônia mais íntima e, por mais que tenha 200 convidados, por exemplo, os noivos desejam ver ali as pessoas mais próximas, com quem convivem e/ou têm intimidade”, esclarece o psicólogo. 




Para convencer seus familiares, vale também explicar os custos de aumentar a lista de convidados - afinal, cada novo nome implica em um valor a mais no buffet, entre outros investimentos.


“O ideal é que vocês estejam cercados de pessoas que passam boas energias, que torcem pelo sucesso da relação, e não por desconhecidos”, decreta Bruno.


7. Resiliência na busca pelo vestido ideal


Uma questão capaz de deixar as noivas ansiosas e até mesmo perdendo noites de sono é a dificuldade em encontrar o tão desejado vestido.


Entre uma prova e outra, quando há demora em dar “match” com um look, muitas noivas ficam angustiadas, ainda mais se tratando de um dos maiores símbolos de um casamento.




Neste caso, Bruno explica que a rigidez com alguns critérios pode acabar limitando as suas escolhas: “às vezes a noiva fica rígida em seus critérios (tipo de véu, cauda, renda, etc) e isso acaba limitando a escolha; neste caso, o ideal é buscar ampliar as opções e testar diferentes modelos.” 


Portanto, para que o vestido ideal seja facilmente encontrado, pense fora da caixa e busque ousar nas provas. Quem sabe você não se apaixona por um modelito que, à primeira vista, não te encantava? 




Por fim, caso o acúmulo de tarefas - trabalho, casa e casamento - esteja te deixando extremamente cansada e angustiada, não hesite em buscar terapia.


A ajuda profissional é fundamental para proporcionar autoconhecimento e te ajudar a organizar suas emoções para que, assim, você viva seu noivado e casamento com plenitude.


E saiba que eu vou ter o prazer de registrar o sorriso estampado no seu rosto durante a celebração!


Portanto, se você ainda não tem um fotógrafo de casamento, entre em contato comigo para saber mais do que posso oferecer para registrar este momento especial.



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